sábado, 23 de mayo de 2026

DIABETES E CARÁ INSULINA

 

 LEIA O LIVRO GRATUITAMENTE





Conheci o DIOSCOREA BULBIFERA [cará insulina] por acaso. Em 2013 estava no sitio de um vizinho e vi que ele havia separado umas batatas estranhas de cor preta com umas bolinhas e de forma arredondada em um canto da horta. Perguntei o que era e ele disse que era uma batata que não prestava para comer, somente para fazer remédio para diabetes. Pedi para ele aquelas batatas-sementes e passei a cultivar ano após ano, vendia algumas e ficava com a maioria para replantio. Cada ano que passava mais batatas eu plantava e mais eu vendia. Logo um laboratório começou a fazer encomendas recorrentes e a ai passei a estudar, porque até então achava que era uma superstição das pessoas antigas que se sentia bem controlando a glicemia, mas talvez por autossugestão e não por estudos laboratoriais. Este livro é somente um de uma série de coletâneas de textos acadêmicos que fiz fichamentos para expor ao público que temos um remédio natural para controlar a glicemia. Já se fala em 820 milhões de pessoas com diabetes no mundo. Precisamos dar atenção a esta epidemia.


COMPRE CARÁ INSULINA NO LINK ABAIXO:


https://www.mercadolivre.com.br/30-batatas-de-carainsulina-dioscorea-bulbifera/up/MLBU3120618518?pdp_filters=item_id:MLB4028942299


https://shopee.com.br/Produtos-para-ch%C3%A1-(30-bulbos-batata-de-car%C3%A1-insulina)-i.1751984715.58257860813?extraParams=%7B%22display_model_id%22%3A229440355014%2C%22model_selection_logic%22%3A3%7D


lunes, 16 de julio de 2018

RAPOSA E O PECADO

"RAPOSAS E RAPOSINHAS"

raposa“Apanhai-me as raposas, as raposinhas, que devastam os vinhedos, porque as nossas vinhas estão em flor”. Cantares 2:15 – A raposa é conhecida na literatura clássica e na Bíblia como um animal astucioso, voraz, causador de danos, às vezes irreparáveis.
Os falsos profetas são comparados a “raposas no deserto”: “Os teus profetas, ó Israel, são como raposas entre as ruínas”. Ezequiel 13:4.
Em Lucas 13:31 e 32, Jesus referindo-se à maldade de Herodes, chamou-o de raposa: “Naquela mesmo hora, alguns fariseus vieram para dizer-lhe: Retira-te e vai-te daqui, porque Herodes quer matar-te. Ele, porém, lhes respondeu: Ide dizer a essa raposa que, hoje e amanhã, expulso demônios e curo enfermos e, no terceiro dia, terminarei.”
A beleza do Capitulo 2 de Cantares de Salomão é prejudicada em seu ensinamento de paz e amor pela referencia às raposas que roem as vinhas florescentes (v. 13). O verso 15 tem o objetivo de indicar os pecados no coração aparentemente sem importância, mas que destroem os frutos do Espírito: “A figueira começou a dar seus figos, e as vides em flor exalam o seu aroma… Apanhai-me as raposas, as raposinhas, que devastam os vinhedos, porque as nossas vinhas estão em flor.” Cantares 2:13,15.
Consideremos o assunto sob três aspectos:
1. Início
2. Crescimento
3. Consumação
O PECADO COMO AS RAPOSINHAS, TEM O SEU INÍCIO INGÊNUO:
O texto menciona raposas e raposinhas. É que as raposas crescidas um dia foram filhotes inofensivos. O pecado também começa como simples insinuação, mas em sua trajetória é como o câncer, que infecciona o organismo, destrói e mata. Quantos erros na vida, no lar e na igreja começam pequenos, pequeninos e depois, resultam em exclusões, divisão na família e perturbação na igreja. Crentes que perdem seus privilégios, lares que se tornam infelizes e igrejas empobrecidas espiritualmente. É muito oportuno ‘apanhar as raposinhas’ enquanto não crescem. Como ‘sal da terra e luz do mundo’ o crente deve ser capaz de repelir qualquer começo comprometedor do bom testemunho que deve dar.
O PECADO, COMO AS RAPOSAS TEM O SEU CRESCIMENTO DEVASTADOR:
“As nossas vinhas estão em flor”, mas as raposas vão crescendo e começam a devastá-las. Ainda é tempo de apanharmos as raposas, porque podemos salvar uma boa parte do que temos. Nem sempre o crescimento do erro é permitido por maldade, mas por ignorância do perigo que representa. Reconhecemos, contudo, que algumas vezes faltas graves são permitidas levianamente, por alguns crentes. Isto é lamentável, porque a permanência do pecado no seio da igreja é como o crescimento das raposas nas videiras em flor. Coisas simples e que parecem inocentes tornam-se, às vezes, problemas que trazem tristezas e dissabores. Um televisor, por exemplo, quando adquirido parece trazer para o lar uma boa fonte de informações e instrução para os filhos. A preferência dos programas aos poucos vai fugindo ao controle dos pais e em breve as inocentes crianças estarão recebendo influência de pessoas ímpias e venenosas que como verdadeiras raposas vão devastando a vinha em flor. E quantos já estão deixando de ir aos cultos e ficam presos aos seus programas de novela? As vezes a igreja vai bem, o trabalho tão animado, mas esses crentes estragam tudo. Como será bom apanhar essas raposas, antes que devastem a vinha do Senhor!…
O PECADO, COMO AS RAPOSAS TEM A CONSUMAÇÃO DESESPERADORA DE SUA OBRA:
Precisamos orar para que a nossa vida, o nosso lar e a nossa igreja, não sejam influenciados e permitam a penetração indébita desses males. Vale a pena transcrever as palavras do Apóstolo Tiago: “Mas cada um é tentado, quando atraído e engodado pela própria concupiscência. Depois havendo a concupiscência concebido, dá a luz o pecado; e o pecado sendo consumado, gera a morte. Não erreis, meu amados irmãos” Tiago 1:14-16. Quantas vezes somos procurados por almas em desespero que desejam auxílio em problemas que não tem mais solução. A maldade endurece de tal maneira o coração humano que a porta se fecha definitivamente para o Espírito Santo. É triste uma pessoa ouvir do médico, que o seu mal não tem mais cura. É desesperador quando a porta da esperança se fecha por causa da negligência: “E, saindo elas para comprar, chegou o noivo, e as que estavam apercebidas entraram com ele para as bodas; e fechou-se a porta. Mais tarde, chegaram as virgens néscias, clamando: Senhor, senhor, abre-nos a porta! Mas ele respondeu: Em verdade vos digo que não vos conheço (Mateus 25:10-12). “Passou a sega, findou o verão e não estamos salvos” (Jeremias 8:20). Somos culpados se tolerarmos na igreja leviandades que são como raposas vorazes.
CONCLUSÃO:
Não devemos desprezar as pequenas coisas por serem sem muita importância (Zacarias 4:10). Tolerar pequenos erros é permitir que o pecado cresça e destrua a nossa vida.
FINALIZAÇÃO
Que Deus continue nos ajudando e nos abençoando!
Que a Graça e a Paz do Senhor e Salvador Jesus Cristo; Que o Grande, Eterno, Infinito e Sublime Amor de Deus; e, Que as Consolações, o Conforto e a Comunhão do Espírito Santo, sejam com todo o povo de Deus, hoje, sempre, eternamente! Amém!!! Amém!!! Amém!!!
Pastor Elcy França
ISBL – Centro Educacional Evangélico-Maringá
e-mail: pas

LIVRO: DIREITO DIVINO A LEGÍTIMA DEFESA

 Você pode adquirir este livro em dezenas de livrarias virtuais no mundo inteiro, no Brasil pode ser  nos links abaixo:



https://www.clubedeautores.com.br/book/248463--Direito_Divino_a_Legitima_Defesa?topic=angelologia#.Wx3C3TQvzIU


https://www.amazon.com.br/dp/B079TMQ6CM

TAMBÉM NAS LIVRARIAS:
Livraria Saraiva
Livraria Cultura
Lojas Americanas
Magazine Luiza
Submarino
Mercado Livre
Estante Virtual
Buscapé

Sinopse

Deus criou homens, animais, plantas e toda espécie de seres vivos com capacidade e armas naturais para se defenderem e se necessário matar o agressor e predador. Nem o Estado pode usurpar do indivíduo seu direito divino e sagrado de se armar e se defender. Você pode ter arma de fogo e tem o direito de usa-la para se defender, ainda que o Estado proíba. Toda a natureza criada por Deus foi projetada para se defender, não seria os seres humanos que ficariam sem defesa. São ridículas e dignas de insultos as leis que proíbem o indivíduo de se defenderem. Uma lei maior escrita por Deus em todo o mundo diz que você pode pegar pedra, pau, faca, revólver, torpedo, míssil, bomba nuclear e tudo que estiver ao seu alcance para defender sua vida, sua família e sua propriedade. Matar nem sempre é crime, nem sempre é homicídio. Quando leis provenientes de insanos contraria a Deus e a natureza das coisas, você pode cagar nelas sem pecar.



Características

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Número de páginas: 163

Edição: 1(2018)

ISBN: 978-1983982255

Formato: A5 148x210

Acabamento: Brochura c/ orelha

Tipo de papel: Offset 75g







lunes, 26 de febrero de 2018

Did Jesus steal that donkey?

Luke 19:29-34 "[Jesus] sent two of his disciples, Saying, Go ye into the village . . . ye shall find a colt tied, whereon yet never man sat: loose him, and bring him hither. And if any man ask you, Why do ye loose him? thus shall ye say unto him, Because the Lord hath need of him. . . . And as they were loosing the colt, the owners thereof said unto them, Why loose ye the colt? And they said, The Lord hath need of him." (parallels in Matthew
Some Skeptics want to accuse Jesus of misapprhending the property of others here. But simply put, we may ask, if the disciples were stealing the colt on Jesus' behalf, and committing a criminal act, why did the owners let them take it?
If someone walks up to your brand new bright red Corvette, takes the keys, gets in, and starts revving up, you will certainly ask (in a less than rational tone, naturally) "Why are you taking my car?" And I very much doubt that you would be satisfied with the answer, "God needs it." If you hadn't already punched the guy's lights out, your next step would be to call the men in the white coats and the police.
Obviously, that didn't happen here -- the owners made no effort to stop what was going on, and the disciples were allowed to leave with the colt unhindered. So there is obviously more to this story.
Many Skeptics have charged that in riding the colt into Jerusalem, Jesus was intentionally trying to fulfill Zechariah 9:9. And I agree - this was a deliberate act by Jesus. (It could hardly be otherwise; not many people ride a donkey by accident.) This, and the fact that the disciples were allowed to take the colt with a minimum of fuss, strongly suggests that the owners knew what was going on and had been approached by Jesus beforehand concerning use of the colt (or, at the very least, knew who Jesus was and had no objection).
Jesus probably bought or rented the services of the animals, or else been granted permission to use them; then he told the owners, "I will send my disciples to pick up the colt. Here is how you will know them...." (Obviously, it would not be fitting for the Messiah to walk over and get the donkey himself.) Ask them why they are untying it.
It's also possible - maybe probable - that he sent Judas to arrange the whole thing; from the Gospel of John, we know that he was the group's treasurer, and we gather that it was not unusual for Jesus to send him on errands that the other disciples didn't know about.
A bit too cloak-and-dagger to be believable? Not really; judging by the accompanying tumult when Jesus rode in, it was likely that the people were to interpret this as a sign that Jesus was about to fulfill the expected Messianic role of defeating the Romans. So understandably, Jesus would want to keep the whole affair under wraps until the proper time.
Someone also suggested to me that there was no advance permission, but that the owners of the animals knew of Jesus' reputation and gladly conceded to their use on account of that. If that is so, then the divine aspect of Jesus had foreknowledge of their acceptance, and again, there is no thievery.
Or else, as Harvey notes in Jesus and the Constraints of History (123), Jesus was simply exercising what at the time was the normal right of a king, general, or "even a respected rabbi" to procure transportation for himself. The phrase 'the master needs it' would be sufficient for the loan, provided the person's authority was recognized, which Jesus' evidently was - and again, no thievery. (Harvey also notes that Jesus in this episode adhered properly to the Jewish laws concerning borrowing.)
There is not a thing that is "gratuitous" about a pre-arranged scenario like this one: if it was not pre-arranged, how did Jesus manage to get the room? Some may anachronistically appeal to the way their own relatives always have a guest room ready whether someone was coming or not, but this will not hold for a room that held a dozen or more people.

We may add, finally, that since God owns everything, how can the Son of God taking anything be stealing?

LIVRO: OS TENTÁCULOS MALIGNOS DA ESQUERDA BRASILEIRA

É inadmissível que bando de bandidos sob o manto de movimento social invada a propriedade alheia. O MST (Movimento sem-terra) e outros ditos movimentos sociais são massas de miseráveis e até outros nem tão miseráveis assim que fazem parte de um exército paramilitar da quadrilha do PT e de outros partidos de esquerda. A sociedade deve reprimir estes movimentos com a mesma energia que o Estado brasileiros acabou com o Cangaço de Lampião que no século XX espalhou o terror no sertão nordestino. A diferença é que esses bandos modernos estão organizados por partidos políticos de esquerda de cunho socialista comunista visando destruir a estrutura social moderna e tomar a propriedade alheia pela força. Toda a mídia os trata como movimentos legítimos tentando tornar as vitimas em criaturas passivas e que toda a sociedade não deve resistir ao braço violento dos partidos de esquerda.

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Número de páginas: 150

Edição: 1(2018)

ISBN: 978-1985409804

Formato: A5 148x210

Tipo de papel: Offset 75g


martes, 11 de octubre de 2016

CORVO DA NOVA CALEDÔNIA

Corvos da Nova Caledónia, maravilha de Deus. Russel Gray e sua equipe da universidade da Nova Zelândia capturaram corvos selvagens e fizeram testes para avaliar a inteligência deles. Presos em gaiolas eles só poderiam pegar comida se usassem uma vara. Seis dos sete corvos usaram as ferramentas. Os evolucionistas só interessam trabalho com primatas (macaco), para sustentar a mentira evolutiva.

CAMELO

Camelo, maravilha de Deus. Para cada bioma Deus colocou as criaturas apropriadas. O camelo é um animal projetado para viver em lugares secos como os desertos, todos sabem que eles têm grande capacidade de armazenarem água no próprio corpo, mas suas patas também são mais largas para poderem caminhar nas areias fofas. Seus olhos são adaptados para a areia não infecciona-lo, sua pele foi planejada para suportar o sol do dia e sua boca para melhor comer a vegetação. Toda a criação e perfeita, não há espécies em transição.

lunes, 30 de mayo de 2016

LIVRO: BOTÂNICA BÍBLICA

Livro Botânica Bíblica pode ser lido gratuitamente logo abaixo, feito download, ou você pode comprá-lo em e-book ou impresso por várias editoras e livrarias como: amazon.com ou clubedeautores.com.br






Sinopse

O aprofundamento no conhecimento da palavra de Deus nos leva a olhar atentamente para as plantas citadas nas Escrituras, inclusive uma análise profunda demonstra que a botânica bíblica nos dá razões para acreditar ainda mais na Bíblia como um livro, no mínimo historicamente correto.
Se a Bíblia fosse uma fábula inventada por religiosos para dominar o povo, certamente haveriam erros botânicos irreparáveis e que os estudiosos perceberiam a farsa histórica que é a Bíblia. Mas não é assim...
Através das plantas citadas na Bíblia, percebemos que o tipo de vegetação citada na Bíblia corresponde com o material orgânico que encontramos na região de Israel, portanto para aqueles que gostam de entender além de crer, este livro será um instrumento para alicerçar sua fé em Deus e na Bíblia.


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Número de páginas: 174 

Edição: 1(2016) 

ISBN: 978-1533529114 

Formato: A5 148x210 

Coloração: Preto e branco 

Acabamento: Brochura c/ orelha 

Tipo de papel: Offset 75g

miércoles, 20 de abril de 2016

DOG IN THE BIBLE

Israelite attitudes toward dogs

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Dogs in the Bible were not well loved. To be called a dog was to be associated with evil and low status. Therefore it is surprising that Caleb, one of the great Hebrew spies, means “dog” in Hebrew. Pictured is a stone relief created in 1958 by sculptor Ferdinand Heseding. The relief, which appears on a fountain in Dusseldorf, Germany, depicts the Biblical spies Joshua and Caleb carrying a cluster of grapes back from the Promised Land (Numbers 13:1-33).
Everyone loves dogs—don’t they? Dogs—orceleb in Hebrew—are humanity’s best friends. We welcome them into our homes, we walk them, feed them, clean up after them and excuse their bad behavior. But in ancient Israel, people had an entirely different view of dogs.
Of the more than 400 breeds of dogs around today, all came from the same ancestor—wolves. Dogs were first domesticated perhaps as far back as 12,000 years ago. Because dogs are the only animals with the ability to bark, they became useful for hunting and herding. Dogs in the Bible were used for these purposes (Isaiah 56:11; Job 30:1).
There is evidence in the Bible that physical violence toward dogs was considered acceptable (1 Samuel 17:43; Proverbs 26:17). To compare a human to a dog or to call them a dog was to imply that they were of very low status (2 Kings 8:13; Exodus 22:31; Deuteronomy 23:18; 2 Samuel 3:8; Proverbs 26:11; Ecclesiastes 9:4; 2 Samuel 9:8; 1 Samuel 24:14). In the New Testament, calling a human a dog meant that the person was considered evil (Philemon 3:2; Revelation 22:15).
 

 
The free eBook Life in the Ancient World guides you through craft centers in ancient Jerusalem, family structure across Israel and ancient practices—from dining to makeup—throughout the Mediterranean world.
 

 
Some scholars hypothesize that the negative feelings expressed in the ancient Near East toward dogs was because in those days, dogs often ran wild and usually in packs. Dogs in the Bible exhibited predatory behavior in their quest for survival, which included the eating of dead bodies (1 Kings 14:11; 16:4; 21:19, 23-24; 22:38; 2 Kings 9:10, 36; 1 Kings 21:23).
There is archaeological evidence, such as figurines, pictures and even collars, that demonstrates that Israel’s neighbors kept dogs as pets, but from the skeletal remains found within the Levant, the domestication of dogs did not happen until the Persian and Hellenistic periods within Israel.
The word for dog in Hebrew is celeb, from which the name Caleb derives. Due to the negative attribution of dogs for the ancient Israelites, it is surprising that one of the great Hebrew spies bears this name. As the Israelites were preparing to enter the land of Canaan, Moses called a chieftain from each tribe to go before them and scout the land. Caleb was the representative of the tribe of Judah. When these spies returned, they reported that the land surpassed expectation but that the people who live there would be mighty foes. The Israelites did not want to go and face the peoples of Canaan, but Caleb stepped forward and urged them to proceed. After more exhortation from MosesAaron and Joshua, the people relented. Caleb was rewarded for his faith: Joshua gave him Hebron as an inheritance (Numbers 14:24; Joshua 14:14).

LIVRO: O ANJO DE QUATRO PATAS


 
Este livro pode ser comprado em vários sites da internet como o amazon.com e o link abaixo: https://clubedeautores.com.br/book/196286--O_ANJO_DE_QUATRO_PATAS?topic=realismofantastico#.VxgH5PkrLIU

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Número de páginas: 222 

Edição: 1(2015) 

ISBN: 978-1518677663 

Formato: A5 148x210 

Coloração: Preto e branco 

Acabamento: Brochura c/ orelha 

Tipo de papel: Offset 75g

Esta é a história de um cão, um homem e um anjo. Talvez para você será apenas uma história fantasiosa sobre um animal de estimação, mas para mim, foi muito mais do que isto. Enquanto estou escrevendo estas palavras, o corpo sem vida do meu anjo está no carro, esperando para o sepultamento digno que farei amanhã a cem quilômetros daqui. Estou mergulhado em sentimentos como: agradecimento, gratidão, doces lembranças e nostalgia. Este livro pode ser classificado como realismo fantástico, porque parte do livro é expressão dos meus sentimentos e lembranças e parte do livro é sensorial, ao longo dos anos eu e a cadela conversávamos através do pensamento, por telepatia. As pessoas são livres para acreditarem ou não no que quiser, inclusive na história que eu vivi com a Doutora. Eva conversou com a serpente, Balaão com a mula e eu com um cachorro. Estas histórias são reais. As pessoas tem impulso de rejeitar o que não conhece. Não peço que acredite, apenas leia a minha história.




viernes, 11 de marzo de 2016

LIVRO: O DIABO ESTÁ AO SEU LADO

O Escriba Valdemir publicou este livro e pode ser comprado impresso ou em e-book no endereço abaixo, além de dezenas de outras editoras e livrarias virtuais. Pode ser lido na íntegra logo a seguir.

https://www.clubedeautores.com.br/book/204955--O_Diabo_esta_ao_seu_lado?topic=desenvolvimento#.VuIzdfkrLIU
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Tive inúmeras experiências com os demônios, e a cada dia tenho novas experiências. Ninguém passa por este mundo sem sentir por algum momento uma perturbação em sua vida. Um vulto que passou por trás de você, uma voz chamando seu nome e você não vê ninguém. Um pesadelo extremamente assustador. Um impulso maligno para fazer algo contrário a sua consciência. Muitas vezes uma voz, como se houvesse outra pessoa discutindo em sua mente com você, te tentando para fazer algo proibido. Cada um fazendo uma retrospectiva da sua vida perceberá que em alguns momentos uma presença maligna o cercou. Não tem como evitar isso. Aliás, quanto mais a pessoa se volta para Deus, mais chances ela terá de sentir o Mal lhe rondando, lhe cercando e espreitando sua vida, porque o Diabo não quer ninguém bem.  


lunes, 27 de julio de 2015

LIVRO: O FIM DO MUNDO - COMPLETO

Escriba Valdemir publica livro O FIM DO MUNDO. 118 páginas na qual explica os eventos proféticos sobre o fim dos tempos. (Pode ser adquirido impresso por:amazon.com, clubedeautores.com.br e outras livrarias virtuais) 



jueves, 24 de octubre de 2013

MURCIÉLAGOS

- VALDEMIR MOTA DE MENEZES

En el sitio, siempre pongo trampas para capturar aves vivas para el estudio y la contemplación. En esta noche, he capturado un murciélago. Este animal vivió durante varios meses con otras aves en el aviario. Durante las noches él hacia voló a través de la guardería y comió de las frutas, porque no era el tipo hematófagos.  Animal volador citado en la Bíblia en Levítico 11:13-19.




viernes, 7 de mayo de 2010

CÃES


CACHORRO


NOME CIENTÍFICO : canis familiares

O CACHORRO É USADO NA SIMBOLOGIA BÍBLICA COMO SÍMBOLO DO DESPREZÍVEL, MAS OS POVOS COMO OS EGÍPCIOS, SERVIAM-SE DOS CÃES PARA A CAÇA, CONFORME VÁRIAS GRAVURAS ANTIGAS.

O HÁBITO NOJENTO DOS CACHORROS COMER O PRÓPRIO VOMITO É CITADO EM:
PROVERBIOS 26.11
II PEDRO 2.22


CÃO SELVAGEM


O CACHORRO VIVAM COMO VIRA-LATAS COMENDO CARNIÇAS COM OS URUBUS E VIRANDO OS LIXOS

ÊXODO 22.31
I REIS 22.38
MATEUS 15.26
LUCAS 16.21

OS CÃES ERAM REFERIDOS NA SIMBOLOGIA BÍBLICA COMO PESSOAS IMPURAS

ISAÍAS 56.10-11
MATEUS 7.6
FILIPENSES 3.2
APOCALIPSE 22.15

EM DEUTERTONÔMIO 23.18, O PREÇO DE UM SODOMITA É DITO QUE É O MESMO QUE O DE UM CACHORRO, MOSTRANDO ASSIM QUE ERA ALGUÉM SEM VALOR.

miércoles, 24 de diciembre de 2008

ÁGUIA

ÁGUIA





TRADUÇÃO DA PALAVRA HEBRAICA "oznyyyah" EM LEVÍTICO 11.13 E DEUTERÔNOMIO 14.12

13 Das aves, estas abominareis; não se comerão, serão abominação: a águia, e o quebrantosso, e o xofrango, LEV 11.13


12 Porém estas são as que não comereis: a águia, e o quebrantosso, e o xofrango,
DEUT 14.12

NOME CIENTÍFICO DAS ÁGUIAS COMUNS EM ISRAEL:

ÁQUILA CIRCAETUS GALLICUS ( ÁGUIA DO DEDO CURTO)
ÁQUILA BONELLI (ÁGUIA DE BONELLI)
ÁQUILA NIPALENSIS ( ÁGUIA ESTEPE)

ANIMAIS PRÉ-HISTÓRICOS

INTRODUÇÃO

GANADO

El escriba Valdemir Mota de Menezes he leído este artículo sobre las costumbres orientales en el trabajo: Usos y Costumbres de las Tierras de la Biblia.



EL GANADO

El ganado doméstico en Palestina ha sido semejante al que se cría en el Occidente,
sólo que no hay tantas clases de crías. En el tiempo de la prosperidad de Israel, los ganados eran mucho más numerosos de lo que han sido entre los árabes de hoy, y probablemente estaban mejor desarrollados los animales. Los antiguos judíos usaban el ganado para los sacrificios, y con este propósito, tenían que ser sin defecto. Los árabes no usan mucho el ganado para carne, y más bien comen la carne de cabra o de oveja. En la Biblia, se usan varias palabras para indicar el ganado. La palabra "buey" a menudo se usa, y algunas veces se indica que este animal fue engordado para la mesa. "Mejor es la comida de legumbres donde hay amor, que de buey engordado donde hay odio. (Prov. 15:17).

Las palabras "toro" y "novillo" se usan en la Escritura para designar un animal macho. El novillo era uno de los animales que podían ofrecerse bajo la ley de Moisés como ofrenda quemada. (Lev. 1:5). Las vacas que daban leche, algunas veces llamadas "vacas de leche" eran de uso común (1 Sam. 6:7; Deut.32:14). Los becerros a menudo se usaron en tiempos bíblicos para comer. Pero el principal uso de los bueyes era para la agricultura en sus varias actividades, los judíos usaban los bueyes donde el agricultor moderno usa el caballo. A los bueyes se les ponía bajo el yugo y se les
hacía tirar del arado. Se usaban tanto las vacas como los toros, éstos últimos habiendo sido castrados. "Eliseo. . . que araba con doce yuntas delante de sí. (1 Reyes 19:19). Se usaban también los bueyes para trillar el grano. "No pondrán bozal al buey cuando trillare. (Deut. 25:4).









En Palestina, durante parte del año, al ganado se le deja pastar. En las secciones mas
habitadas, un joven servirá de pastor para ver que no hagan daños. Pero en las partes menos pobladas algunas veces los agricultores dejan suelto el ganado dejándolo buscas su propia pastura. Al hacer esto, toman las características de un animal salvaje.

La Biblia hace referencia a algunos de estos hábitos. El salmista decía: "Hanme rodeado muchos toros; fuertes toros de Basán me han cercado. Abrieron sobre mí su boca como león rapante y rugiente. (Sal. 22:12). El profeta Joel se refiere a la costumbre de soltar el ganado para que busque su propio alimento. .¡Cuánto gimieron las bestias! ¡Cuán turbados anduvieron los hatos de bueyes, porque no tuvieron pastos.(Joel 1:18). Bajo las espantosas condiciones descritas por el profeta,
el ganado no podía encontrar pastos.

Uso especial del becerro gordo. El .becerro gordo. como lo usaban los judíos, servía un propósito especial. Este becerro se engordaba en el pesebre como lo indica el profeta Malaquías: "Y saldréis, y saltaréis como becerras de la manada. (Mal. 4:2). Al animal que sólo se le deja comer todo lo que desea, sino que se le fuerza a comer más. Toda la familia y especialmente los niños, se interesan en alimentarlo. Es engordado para matarlo en alguna ocasión especial. Hay dos ocasiones en que puede matarse este animal. Primero, si se va a recibir y honrar a un huésped especial, entonces se mata el becerro.

Cuando la pitonisa de Endor agasajó al rey Saúl con una comida, el relato dice de ella: "Y aquella mujer tenía en su casa un ternero grueso, al cual mató luego. (1 Sam. 28:24). Y el bien conocido ejemplo del Nuevo Testamento era cuando el padre del Hijo Pródigo dijo a sus siervos: .Traed el becerro grueso, y matadlo y comamos y hagamos fiesta. (Luc. 15:23). Era costumbre matar el animal y cocinarlo, luego comerlo en sucesión rápida. Abrahán, Gedeón, Manon, la pitonisa de Endor, lo mismo que el padre del hijo Pródigo, son ejemplos de ello.

Los árabes beduinos hacen lo mismo cuando inesperadamente les llega un huésped. Los orientales parecen ser expertos en el arte. Segundo, el "becerro grueso" era muerto algunas veces como un sacrificio especial al Señor. El profeta Amós lo menciona: "No los recibiré, ni miraré a los pacíficos de vuestros engordados.

P E R R O S

El escriba Valdemir Mota de Menezes he leído este artículo sobre las costumbres orientales en el trabajo: Usos y Costumbres de las Tierras de la Biblia.




P E R R O S

Hay dos clases de perros a los que se refiere la Biblia. Primero, hay uno semejante al
lobo, criatura de pelo corto, que hace guardia sobre la tienda o la casa, y que ladra fieramente a los extraños que pasan por allí. Estos animales comen cualquier basura que se les arroja, y por las tardes se les oye ladrando por la ciudad (cf. Sal. 59:6). Algunas veces se le permite estar bajo la mesa listo para recibir las migajas que le den (cf. Mat. 15:27). Segundo, hay también el perro pastor que sale con el pastor y ayuda a juntar las ovejas. Job habla de estos animales como "los perros de mí ganado. (Job 30:1). Ya que estos perros se conocen como basureros, la Biblia no usa la palabra "perro" como los occidentales lo conceptúan es decir, (como animal domesticado y mimado). El precio de un perro nunca se llevaba a la casa de Dios (Deut. 23:18). El llamar a cualquier individuo "perro" era considerado muy despreciable (Apoc. 22:15). La actitud del oriental hacia los perros debe tenerse en la mente al interpretar las Escrituras en lo que a ellos se refiere.
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M U L A S

El escriba Valdemir Mota de Menezes he leído este artículo sobre las costumbres orientales en el trabajo: Usos y Costumbres de las Tierras de la Biblia.



Las mulas son usadas por los árabes en las tierras bíblicas. Ellos difícilmente crían una mula, pero en vez de ello las importan del distrito de Líbano, de Siria, o de Chipre. Los árabes raras veces usan la mula en la agricultura; la usan más bien para montarla o llevar cargas particularmente en lugares rocallosos.

Las mulas usadas sólo en los últimos tiempos del Antiguo Testamento. La mula no es
mencionada en la Biblia sino hasta el reinado del rey David. La ley de Moisés prohibía la cría de cualquier animal que fuera el resultado de la unión de especies diferentes (Lev. 19:19). De manera que los judíos nunca criaban mulas, pero evidentemente pensaban que la ley no prohibía usarlas. Desde los días del rey David, vinieron a ser usadas como bestias de carga y para la silla, importándolas de otros países, especialmente de Egipto, incluidas en el tributo que el rey Salomón recibía de otras naciones, venía una cantidad de mulas, año por año (1 Reyes 10:24, 25; 2 Crón. 9:24). La primera referencia escritural referente a la mula, se hace en conexión con la fiesta de la trasquila planeada por Absalón en el complot contra Asmón.







Nos dice: "Levantáronse luego todos los hijos del rey, y subieron todos en sus mulos, y huyeron. (2 Sam. 13:29). Cada príncipe tenía una mula para su uso personal al viajar, y así estos animales tomaron el lugar de los asnos para tal uso. La mula fue usada par el rey David cuando viajó en gran pompa, y el montar sobre la mula del rey se consideraba ser igual a sentarse sobre el trono del rey. Así dijo David de Salomón cuando él quiso que le sucediera en el trono: .Tomad con vosotros los siervos de vuestro señor, y haced subir a Salomón mi hijo en mi mula, y llevadlo a Gihon. (1Reyes 1:33). Cuando Adonía que atentó usurpar el trono contra las deseos
de su padre, halló que Salomón había montado la mula de David, y así supo que había un nuevo rey (1 Reyes 1:44). Por el tiempo de Isaías la mula ya era de uso común. El profeta dice:

"Y traerán a todos vuestros hermanos, de entre todas las naciones, por presente a Jehová, en caballos, en carros, en literas, y en mulos y en camellos, a mi santo monte de Jerusalén (Isa. 66:20). Los reyes especialmente hacían uso de ellas, como Acab que deseaba mucho mantener con vida sus mulos en los tiempos de sequía y de hambre (1 Reyes 18:5). La Biblia no menciona en ninguna parte la disposición obstinada de la mula. Una referencia que hace el salmista dice: "No seáis como el caballo, o como el mulo, sin entendimiento: con cabestro y con freno su boca ha de ser reprendida, para que no lleguen a ti. (Sal. 32:9). Pues esta no es una referencia a esa forma de carácter por el cual la mula es conocida actualmente en el Occidente. El Nuevo Testamento no menciona a la mula.



El escriba Valdemir Mota de Menezes he leído este artículo sobre las costumbres orientales en el trabajo: Usos y Costumbres de las Tierras de la Biblia.